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Indiquem-nos, por email secretaria.cep@ecclesia.pt, as incorrecções encontradas.


Nome:
Nota Histórica de Viana do Castelo
Sufragânea:
de Braga
Nota histórica:
A região entre Minho e Lima disfrutou sempre de uma certa autonomia religiosa até 1514, quando foi incorporada na diocese de Braga no tempo de D. Diogo de Sousa. A sede religiosa da região ter-se-á situado em Viana do Castelo, Tuy (de 569 a 1382), Valença (de 1382 a 1444) e Ceuta (de 1444 a 1514). A aspiração dos católicos do Alto Minho pela criação da diocese de Viana do Castelo teve o seu primeiro processo em 1545, no reinado de D. João III, juntamente com os pedidos de Freixo de Espada à Cinta, Covilhã e Abrantes. Adormecido ao longo dos séculos, o propósito voltou a manifestar-se no princípio do século XX. Em 1926, depois da criação da diocese de Vila Real, sacerdotes e leigos de Viana do Castelo formularam novo pedido à Santa Sé, o qual viria a ser retomado em 1942, organizando-se, para o efeito, comissões nos vários concelhos. Renovado em 1943, o pedido multiplicou-se em iniciativas cada vez com mais largo apoio da população nos anos 1964, 1970 e 1977, vindo a encontrar resposta neste mesmo ano, pela Constituição Apostólica Ad Aptiorem Populi Dei, de 3 de novembro, do Papa Paulo VI: A área da diocese, com 2.108 Km2, coincide com território civil do distrito de Viana do Castelo, contando 291 paróquias e uma população de 250.000 habitantes. Ficaram integrados na diocese os sacerdotes que, nesse momento, tinham ofício ou benefício eclesiástico no seu território e os que nele legitimamente viviam. A Igreja Matriz de Santa Maria Maior foi constituída em Sé Catedral e o Convento de São Domingos, restaurado, tornou-se a sede dos serviços centrais diocesanos.